quinta-feira, 1 de abril de 2010

Nesse ensejo.


Estou exausta de me proteger,
De atuar como outros pretendem ver,
E nesse combate continuo,
Estou ensaiando a melhor forma de como reconstruir,
Meu castelo novamente,
Em cima de outro destruído.
Quando as coisas fogem de nosso domínio,
Tentamos procurar a melhor forma de iniciar,
Pelo o que é preciso.
Mas o que será a Precisão de tudo isso?
As vezes penso que o certo,
Não é o caminho mais facíl,
talvez esteja certa! ou não!
Mas neste instante, eu preferia desaparecer,
Sem deixar ao menos vestígios,
E se eu não me matasse,
Quem sabe até suplicaria por socorro!

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