terça-feira, 17 de agosto de 2010


Foi como acordar de um sono profundo,
A primeira impressão que teve,
Que realmente era um sonho,
Pois não sentia nada,
Alem de um vazio angustiante,
Algumas cenas, passava em sua mente,
Outras simplesmente sumira,
Aos poucos, foi sentindo a presença,
Daquele sentimento que mais temia,
A dor se fez presente e junto com ela a solidão,
Imobilizando todos seus sentimentos,
Calando sua mente,
Silenciando seu coração,
Não tinha noção do que havia acontecido
Mas sabia que era irreversivel,
Outra vez seu pranto rolou,
E a meio ao soluços, tentou se manter tranquila,
Mas não conseguia,
Sua tristeza lhe abraçou,
Lhe fez se sentir novamente uma criança,
Se sentia indefesa, insegura,
Refem do seu proprio amor,
Um amor egoista e doentio,
Queria cair no esquecimento,
Se esquecer,
Ou nascer de novo,
Ou não sentir mais seu sangue em suas veias,
Nem ouvi as batidas de seu coração,
Há seu coração, ela o cupava, jugava-0 bobo, por se entregar
Dessa forma tão intensiva, esquencendo que é fragil,
Deixando tudo em suas mãos.
De repente em um colapso,
Voltou a ouvir sua mente
Sentir seu coração,
Limpou suas lagrimas,
Se deitou e procurou,
Não pensar em nada e aos poucos durmiu!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010


De volta...
No lugar, aonde seu coração se acalma,
Aonde sua mente se cala,
Sua alma voa!
Queria ouvir no canto dos passaros,
O sentindo da vida,
No som das ondas,
A resposta para sua angustia,
Se sentia hipócrita,
Sempre achou que a pior mentira,
É quando mentimos pra nós mesmo,
Se sentia uma fraca, por se enganar,
Dessa forma tão nociva.
O medo da emoção que poderia lhe causar,
O medo da reação, da mudança,
Isso há incomodava, lhe causava insolências!
Tudo isso era tão novo pra ela,
E ao mesmo tempo era tudo que já se esperava,
O tempo passou tão devagar!
Ela gostava tanto daquele lugar,
Ali era tudo que lhe fazia bem,
Era amiga de si mesmo,
Sorria, sozinha!
Cantarolava, aquela canção,
Ate mesmo chorava, sem interrupção!
Então se sentia viva,
Deixou a briza tocar sua doce pele,
Inspirou o aroma salgado do mar,
E sentiu se fortalecer,
Então se levantou-se,
E se foi, mas com a certeza que ali voltaria para mais uma vez se esquecer!