sexta-feira, 16 de julho de 2010

Refúgio Particular!


Parecia estar em outro Planeta,
O silencio, ali era tranquilizador.
Seus pensamentos, voavam tão vagarosamente,
Que as vezes lhe causava arrepios,
Sua cabeça girava,
Nada ali lhe fazia sentindo!
Procurava um rumo, uma direção,
Ou até mesmo uma solução!
Seus olhos mostrava a verdade,
Que a boca, contradizia.
A razão queria subjugar a emoção,
E a sua cabeça continuava a dar voltas,
Indagava por uma motivação, para
Alterar, aquele contexto,
Que lhe causava medo.
De repente percebeu,crescer um súbito sentimento
Que fez seu pranto rolar.
Manteve os pés no chão,
Sentiu o vento em seus cabelos,
As lagrimas em seus labios.
Mesmo com toda essa junção de fatos,
Provando que seus sentimentos, eram verdadeiros,
Não se fazia convencida,
Queria não querer sentir, tudo aquilo
Que fazia sua cabeça girar!
Lembrou-se de tudo que já passara,
E não via sentindo em isso acontecer!
De novo? Há com ela, não!
Se ao menos tivesse a possibilidade
de se afastar de tudo e todos!
Mas isso seria covardia,
Não era de sua índole.
Então se pos em pé,
E se foi, afastou-se do seu refúgio particular,
Mas nada se resolvera,
Seus pensamentos se fora com ela.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Culpa!


Mesmo tudo se tornando cada vez mais complexo,
Vejo que tudo acaba sempre igual,

As atitudes não mudam as decisões,

A emoção já não te faz forte,

Os medos são so amigos ocultos,

Que o abração, quando a dor

Se torna insuportavel,

Já não se pode mudar o que aconteceu há 1 segundo atrás,

E você não encontra forças para mudar o minuto seguinte.

Decisões não são faceis, lhe toma muito tempo,

Para tornar algo que não vá fazer sofrer um alguém,

Que não tem culpa de sentir o que você provocou!