quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Ela retornou a vida!


Sentada ali, observando tudo ao seu redor.
Seus pensamentos novamente se perdia .
Seus ideais eram outros ,
Sua vida era outra,
Se sentia tão leve que seria capaz de flutuar, junto com a briza do mar!
Ouvindo sua musica preferida,
Sentiu um par de olhos a te observar,
Sentiu a bochecha corar,
Ninguém jamais a olhou assim,
Admirando-lhe.
Mas em nenhum momento se moveu, continuou olhando para o horizonte,
Mas podia sentir aquele olhos perfeitos a te admirar.
Quando seu olhar encontrou-o
Seu coração disparou,
Então virou o rosto tão rápido,
Se sentiu uma tola,
Em fração de segundos, aquele olhar se perdeu, se afastou,
Ela o procurou ao redor com esperanças, mas não o encontrou.
Pensou que estava tendo alucinações,
Riu de sua própria tolices e se foi, arrastando seus all star sobre areia, assoviando e cantarolando uma canção.
E foi assim que ela voltou a sorrir!

Lhe restou só dor!


Distante de si, tudo se perdendo, nada mais fazendo sentindo,
SE perguntando como tudo aconteceu tão rápido?
Sem respostas, procurando se encontrar,
Ela lhe viu sorrir,
Seu sorriso não era seu, não era o mesmo.
Sentia a indiferença no olhar, a magoa na alma.
Não ouvia nada ao seu redor, o mundo parou naquele instante.
Seu sorriso não era seu, não era o mesmo.
Anteriormente tudo tinha uma razão, um único intuito, uma única motivação, um único sentido.
Mas agora tudo se desencaixou, se embaralhou, se perdeu, se moveu, se afastou.
Agora, emplora a solidão, suplica pra escuridão,
“Preciso ficar sozinha”
Não se pode sentir algo que não esta lá.
Seu sorriso sumira a muito tempo.
Todos dizem que está diferente,
Que já não é a mesma,
Não se importa mais, opiniões são banais,
Ninguém jamais pode sentir sua dores, sua lagrimas,
Seu vazio, esta cada vez mais escuro,
sua vida não passa de linhas má escritas.
Seu amor,lhe crucificou-lhe.
Agora vai ser mais fácil assim pensou,
Vou viver com a dor, assim repetiu pra si própria,
Querendo ser otimista,
Sendo pessimista.
Ela o entregou sua vida e lhe restou so dor!





terça-feira, 17 de agosto de 2010


Foi como acordar de um sono profundo,
A primeira impressão que teve,
Que realmente era um sonho,
Pois não sentia nada,
Alem de um vazio angustiante,
Algumas cenas, passava em sua mente,
Outras simplesmente sumira,
Aos poucos, foi sentindo a presença,
Daquele sentimento que mais temia,
A dor se fez presente e junto com ela a solidão,
Imobilizando todos seus sentimentos,
Calando sua mente,
Silenciando seu coração,
Não tinha noção do que havia acontecido
Mas sabia que era irreversivel,
Outra vez seu pranto rolou,
E a meio ao soluços, tentou se manter tranquila,
Mas não conseguia,
Sua tristeza lhe abraçou,
Lhe fez se sentir novamente uma criança,
Se sentia indefesa, insegura,
Refem do seu proprio amor,
Um amor egoista e doentio,
Queria cair no esquecimento,
Se esquecer,
Ou nascer de novo,
Ou não sentir mais seu sangue em suas veias,
Nem ouvi as batidas de seu coração,
Há seu coração, ela o cupava, jugava-0 bobo, por se entregar
Dessa forma tão intensiva, esquencendo que é fragil,
Deixando tudo em suas mãos.
De repente em um colapso,
Voltou a ouvir sua mente
Sentir seu coração,
Limpou suas lagrimas,
Se deitou e procurou,
Não pensar em nada e aos poucos durmiu!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010


De volta...
No lugar, aonde seu coração se acalma,
Aonde sua mente se cala,
Sua alma voa!
Queria ouvir no canto dos passaros,
O sentindo da vida,
No som das ondas,
A resposta para sua angustia,
Se sentia hipócrita,
Sempre achou que a pior mentira,
É quando mentimos pra nós mesmo,
Se sentia uma fraca, por se enganar,
Dessa forma tão nociva.
O medo da emoção que poderia lhe causar,
O medo da reação, da mudança,
Isso há incomodava, lhe causava insolências!
Tudo isso era tão novo pra ela,
E ao mesmo tempo era tudo que já se esperava,
O tempo passou tão devagar!
Ela gostava tanto daquele lugar,
Ali era tudo que lhe fazia bem,
Era amiga de si mesmo,
Sorria, sozinha!
Cantarolava, aquela canção,
Ate mesmo chorava, sem interrupção!
Então se sentia viva,
Deixou a briza tocar sua doce pele,
Inspirou o aroma salgado do mar,
E sentiu se fortalecer,
Então se levantou-se,
E se foi, mas com a certeza que ali voltaria para mais uma vez se esquecer!



sexta-feira, 16 de julho de 2010

Refúgio Particular!


Parecia estar em outro Planeta,
O silencio, ali era tranquilizador.
Seus pensamentos, voavam tão vagarosamente,
Que as vezes lhe causava arrepios,
Sua cabeça girava,
Nada ali lhe fazia sentindo!
Procurava um rumo, uma direção,
Ou até mesmo uma solução!
Seus olhos mostrava a verdade,
Que a boca, contradizia.
A razão queria subjugar a emoção,
E a sua cabeça continuava a dar voltas,
Indagava por uma motivação, para
Alterar, aquele contexto,
Que lhe causava medo.
De repente percebeu,crescer um súbito sentimento
Que fez seu pranto rolar.
Manteve os pés no chão,
Sentiu o vento em seus cabelos,
As lagrimas em seus labios.
Mesmo com toda essa junção de fatos,
Provando que seus sentimentos, eram verdadeiros,
Não se fazia convencida,
Queria não querer sentir, tudo aquilo
Que fazia sua cabeça girar!
Lembrou-se de tudo que já passara,
E não via sentindo em isso acontecer!
De novo? Há com ela, não!
Se ao menos tivesse a possibilidade
de se afastar de tudo e todos!
Mas isso seria covardia,
Não era de sua índole.
Então se pos em pé,
E se foi, afastou-se do seu refúgio particular,
Mas nada se resolvera,
Seus pensamentos se fora com ela.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Culpa!


Mesmo tudo se tornando cada vez mais complexo,
Vejo que tudo acaba sempre igual,

As atitudes não mudam as decisões,

A emoção já não te faz forte,

Os medos são so amigos ocultos,

Que o abração, quando a dor

Se torna insuportavel,

Já não se pode mudar o que aconteceu há 1 segundo atrás,

E você não encontra forças para mudar o minuto seguinte.

Decisões não são faceis, lhe toma muito tempo,

Para tornar algo que não vá fazer sofrer um alguém,

Que não tem culpa de sentir o que você provocou!

quarta-feira, 23 de junho de 2010

O dom das pessoas!


Hoje ao meio de uma atividade continua do meu dia a dia,
Me ocorreu um caso,
Que me fez cogitar, raciocinar no dom das pessoas!
Um donativo de ignorar uma conversa,
Que não o interessa e toma a liberdade de meter-se ao meio
E leva-la a outro rumo,
Encontrando assim atenção de todos.
Eu fico pensando, será que sou uma tola,
Que se pode ignorar e nada acontece?
Será que devo alterar a voz, ou até mesmo gritar: "Ainda estou aqui e falando, não notou?"
Mas como me conheço, eu ignoro e finjo que nem estava falando!
Pessoas assim querem ser o centro das atenções?
Tá bem, eu compreendo as vezes acontece, o fazem sem perceber,
Mas quando o fazem de propósito?
Não consigo suportar, mas melhor do que gritar, espernear
Eu guardo pra mim.
Até quando chegar um dia que eu exploda e fale tudo, mas até lá continuarei a ignorar a mim mesma!